90% dos eleitores de Bolsonaro acreditaram em notícias falsas, diz pesquisa

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Segundo novo estudo da organização Avaaz, quase 100% dos eleitores do recém-eleito presidente foram expostos a notícias falsas durante as Eleições 2018.


Quase todos (98,21%) os eleitores do recém-eleito presidente Jair Bolsonaro foram expostos a uma ou mais notícias falsas durante as últimas semanas das Eleições 2018. As informações são de uma nova pesquisa comissionada pela organização Avaaz e realizada pela IDEIA Big Data.

E quase 90% (89,77%) deles acreditou que as fake news em questão eram verdadeiras, incluindo boatos sobre uma suposta distribuição de “kit gays” pelo candidato do PT, Fernando Haddad, em que 84% dos eleitores do político do PSL acreditaram, e histórias sobre urnas fraudadas para contabilizar votos automáticos para o petista, conforme o estudo. 

TSE

Vale notar que o TSE chegou a determinar em 15 de outubro que fossem retirados do ar, no Facebook e YouTube, diversos vídeos em que Bolsonaro acusava o rival de ter implantado o suposto “kit gay”. De acordo com o ministro do TSE e relator do caso, Carlos Horbach, a campanha de Bolsonaro divulgou um fato que é sabidamente falso, uma vez que “tanto o Ministério da Educação quanto a editora responsável pelo livro negam que a obra “Aparelho Sexual e Cia.” tenha sido utilizada em programa escolar”, conforme o site do órgão.

Correções

Além disso, o levantamento em questão, que perguntou aos eleitores se eles viram e acreditaram em cinco das fake news mais populares nas redes sociais durante as Eleições 2018, aponta que os brasileiros compreendem o impacto negativo das notícias falsas sobre o processo eleitoral. 

Isso porque quase 80% das pessoas entrevistas na pesquisa afirmou que as plataformas de redes sociais deveriam enviar correções das fakes news após uma verificação feita por fact-checkers independentes.

“Democracia afogando” e críticas ao Facebook

Em comunicado sobre o levantamento, o CEO e fundador da Avaaz, Ricken Patel, disse que a “democracia brasileira está se afogando em notícias falsas” e questionou sobre eventuais ações do CEO do Facebook, Mark Zuckerberg – a empresa também é dona do WhatsApp, que possui cercad e 120 milhões de usuários no Brasil e é apontado como o principal vetor para a disseminação de notícias falsas durante as Eleições 2018.

“Quantas democracias mais têm que morrer até que Mark Zuckerberg encerre essa loucura em suas plataformas? Precisamos urgentemente que o mundo abra os olhos para a maior ameaça que as democracias enfrenta hoje: uma operação de desinformação da extrema-direita nas redes sociais”, afirmou Patel, que destacou ainda que o WhatsApp deveria ter como padrão uma espécie de ‘proteção contra a desinformação’




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Administrador AcessoWi-Fi.com – Gerente UnicoHost Soluções Web – Engenheiro de Redes

Julio Rossoni

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